A Arte… de Julgar os Outros?

Rev. Juba · · 2 min de leitura
A Arte... de Julgar os Outros? Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. E os pais desta família compraram um filhote de pastor alemão. Então começa uma conversa entre os dois vizinhos: -“Ele vai comer o meu coelho”! -“De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos e 'pegar' amizade”!!! E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais. Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família. E não levaram o coelho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranquilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. O cão levou uma tremenda surra! Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Dizia o homem: -“O vizinho estava certo. Só podia dar nisso”! Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos. -“Já pensaram como vão ficar as crianças”? Não se sabe exatamente quem teve a ideia, mas parecia infalível: -“Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo. Parecia vivo, diziam as crianças”. Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. -“Descobriram”! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma. -“O que foi?! Que cara é essa”? -“O coelho, o coelho”... -“O que tem o coelho”? -“Morreu”! -“Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem”. -“Morreu na sexta-feira”! -“Na sexta”?! -“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu”! A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando que o fizessem ressuscitar. E o ser humano continua julgando os outros... A outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu. Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade? Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos. Às vezes, fazemos o mesmo... (Autor Desconhecido)

Publicado originalmente em revjuba.blogspot.com

Mais de Rev. Juba

Grupo de marcas

The Christian PostChristian TodayBible PortalBreatheCastGoodNewsLineEdifiVide Press