Os cristãos discutem acaloradamente sobre os prós e contras do evangelismo entre os judeus. Mas quase ninguém discute por que a fé em Jesus causa tão pouco “ciúme” e quase não contagia os outros. Até hoje a Igreja triunfante se contrapõe à sinagoga ofuscada. Apesar de toda a humildade proclamada, os cristãos não conseguem disfarçar: em última análise, “os judeus” precisam reconhecer que estão enganados, enquanto que “a Igreja” sempre teve razão. O apóstolo Paulo confirma: “Na verdade a mente deles se fechou, pois até hoje o mesmo véu permanece quando é lida a antiga aliança” (2Co 3.14ss).
Vários pastores tem sucumbido aos "encantos" da teologia universalista. Talvez o mais famoso seja o Pastor norte Americano Rob Bell. Em terras tupiniquins o conhecido Pr. Ed. René Kivitz deixa entender em uma pregação que Deus salvará todos os homens, que na verdade ninguém queimara no inferno. Outros nomes como o do ex revendo presbiteriano Caio Fábio engrossam a lista de universalistas. Recentemente em um diálogo com o Bispo Hermes da Igreja Reina do Rio de Janeiro, o mesmo defendeu as mesmas doutrinas, esse o faz ainda de forma velada, evitando a todo custo discutir publicamente o assunto. O mais famoso e recentemente revelado universalista sem dúvida é o papa Francisco.
“Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz”. Pv. 29:18 Obviamente o texto chave não se refere a Bíblia, não a ela como a conhecemos pelo menos, mas ele nos apresenta uma realidade que se aplica a sagrada escritura, e esta é que quando a palavra de Deus se distancia das pessoas elas acabam se corrompendo e muitas vezes a corrupção das mesmas vem das maneiras mais bizarras, macabras e trágicas.